Partimos da saída leste da estação de Beppu nos autocarros 26 ou 26A.

Explico aqui com mais detalhe as informações do posto de turismo de Beppu
Quando chegámos, o autocarro estava prestes a partir, mas o motorista teve a gentileza de esperar por nós.
O trajeto passava junto ao mar e tinha vistas muito bonitas. Até vimos um navio de cruzeiro.

Saímos na paragem Chinoike Jigoku-mae.

Tatsumaki Jigoku e Chinoike Jigoku ficam literalmente a menos de dez metros um do outro.

Fomos primeiro a Tatsumaki Jigoku comprar o bilhete combinado. Para visitar os sete infernos, este bilhete custa algumas centenas de ienes menos do que comprar as entradas separadamente.

Deram-nos um folheto para colecionar os carimbos.

Também havia uma apresentação.

Depois da compra, os funcionários disseram-nos que Tatsumaki Jigoku só entraria em erupção daí a 20 minutos e sugeriram que visitássemos primeiro Chinoike Jigoku.
É preciso destacar pessoalmente o talão de cada bilhete e colocá-lo na caixa.
Chinoike Jigoku
Ao subir as escadas, pode-se observar a fonte termal de cima.

Como não controlámos bem o tempo, acabámos por ver apenas o lago principal de Chinoike Jigoku antes de sair. Não chegámos a visitar algumas lojas, mas, só pela piada, comprei uma das espirais antimosquitos vermelho-vivo inspiradas em Chinoike.
Esta era uma das pequenas lojas.

Tatsumaki Jigoku
Depois regressámos a Tatsumaki Jigoku. O momento em que o géiser começou a jorrar foi mesmo impressionante.

A melhor parte é aquele segundo ou dois entre o aparecimento do vapor e a água começar a jorrar.
A erupção durou cerca de cinco a dez minutos.
Quando terminou, muitos visitantes foram colocar o carimbo como recordação.
Muita gente prefere os infernos azul, branco e vermelho, mas, para mim, Tatsumaki Jigoku foi o mais dinâmico e impressionante.
Depois de visitar estes dois, apanhámos o autocarro para conhecer os outros cinco.
Dica
Recomendo sair na paragem Umi Jigoku-mae. Assim começa-se na parte mais alta e vai-se descendo, o que é muito menos cansativo.
Depois de sair do autocarro, atravessem a estrada, passem pelo estacionamento e subam um pouco até Umi Jigoku.
Umi Jigoku
Umi Jigoku é bastante grande.
No exterior há um lago com lótus.

Depois de atravessar a loja, chega-se a Umi Jigoku. Aquele azul é mesmo muito bonito.
Depois vimos um torii.

Continuando mais para dentro,

encontra-se um santuário.
Antes de sair, apanhámos mais um carimbo.

Também havia uma saída de vapor.

Oniishi Bozu Jigoku
Oniishi Bozu Jigoku fica mesmo ao lado.

O nome vem do facto de as bolhas de lama supostamente parecerem a cabeça rapada de um monge.
Eu não consegui perceber. Era demasiado abstrato 🤣
À entrada há vários lagos pequenos.
No meio há esta zona de pedras fumegantes, que parece uma sauna.
Finalmente chegámos ao lago principal.
Junto à saída há um banho para os pés.

Kamado Jigoku
Depois continuámos a descer até Kamado Jigoku.
Sinceramente, lá dentro parece que juntaram versões em miniatura de vários dos outros infernos.

A única coisa realmente diferente é a possibilidade de beber água termal e receber vapor no rosto.
Também se podem comer ovos cozidos a vapor e gelado.
Há igualmente um banho para os pés.
Ao sair, voltámos a ver flores.

A loja de recordações também tem dois carimbos diferentes.
Shiraike Jigoku
Como já tínhamos pouco tempo, fomos imediatamente ver Shiraike Jigoku.
Parecia uma enorme tigela de sopa branca com peixes.

Quase não tivemos tempo para olhar antes de correr até Oniyama Jigoku. Infelizmente, tinha acabado de fechar às 17:00.
Foi uma pena não conseguirmos completar a coleção de carimbos.
Todo o circuito demorou mais de três horas, sem contar com o transporte, e mesmo assim falhámos um dos infernos. Para visitar tudo com calma, é preciso reservar meio dia, a menos que o objetivo seja apenas tirar uma fotografia e ir embora.
Ao continuar pela estrada a descer, chega-se à paragem de autocarro.